Colágeno – a proteína da beleza!

O colágeno é uma proteína que, ao longo da vida, tem a sua produção diminuída naturalmente pelo organismo, por isso, sua suplementação é indicada. Ele é a principal proteína estrutural nos tecidos conjuntivos, como pele e ossos, compondo cerca de 25% das proteínas do corpo. Embora sua estrutura terciária seja complexa, a sua sequência de aminoácidos é formada pela repetição intermitente de tripeptídios com glicina, prolina e hidroxilprolina. Por fazer parte da estrutura da pele, dos cabelos e das unhas, dentre diversos outros tecidos do corpo, pode ser considerada uma proteína da beleza! Os efeitos de sua suplementação são investigados pela literatura científica atual, assim, trazendo resultados significativos na saúde e estética.

Há duas principais alterações que podem impactar sua síntese e função no organismo: [1] o processo de envelhecimento leva a uma diminuição na síntese e a alterações no arranjo de proteoglicanos e colágeno, [2] o padrão alimentar com alto teor de produtos finais de glicação avançada, como consumo elevado de alimentos de alto índice glicêmico, excesso de preparações grelhadas, produtos de padaria e outros, propicia um aumento da glicação do colágeno, desse modo, impedindo sua função adequada. Por isso, junto com uma adequação da alimentação, é indicada a sua suplementação, inclusive, quando relacionada a diferentes micronutrientes que estão associados à sua síntese.

Essa proteína pode estar em diversas formas, as quais vão definir a eficiência que ela terá no corpo. O colágeno em forma de peptídeos bioativos é mais bem aproveitado pelo organismo devido ao tamanho menor. Uma recente revisão (BARATI et al., 2020) demonstrou quais os três principais mecanismos de ação em nosso corpo que estão associados aos benefícios após a suplementação de colágeno: [1] os fragmentos de colágeno atuam diretamente na síntese de colágeno, [2] esses fragmentos também atuam na síntese dos componentes da matriz extracelular, [3] mecanismo relacionado à imunidade, em que há indução de linfócitos T reguladores, assim, promovendo supressão de resposta autoimune contra o colágeno endógeno.

Suplementação de colágeno na saúde da pele

Vollmer et al. (2018) verificaram a influência dos peptídeos bioativos de colágeno Verisol® em 114 mulheres de 45 a 65 anos. No estudo randomizado, elas receberam 2,5g de colágeno ou placebo uma vez ao dia, por oito semanas. Os resultados apontaram redução significativa de rugas oculares em quatro semanas e aumento de colágeno e elastina após oito semanas. Kim et al. (2018) avaliaram os benefícios da suplementação diária com 1000mg de peptídeos de colágeno de baixo peso molecular enriquecido com vitamina C, por 12 semanas, em um estudo randomizado, duplo-cego e placebo e, ao final do período, o grupo suplementado teve melhora na elasticidade, hidratação e redução do enrugamento da pele.

Um estudo conduzido por Czajka et al. (2018) avaliou o papel da suplementação oral diária com um nutracêutico líquido contendo colágeno hidrolisado, vitaminas, antioxidantes e outros ativos, em um modelo clínico duplo-cego, randomizado e controlado por placebo, realizado em 120 indivíduos que consumiram o produto por 90 dias. Os resultados mostraram que os indivíduos que consumiram o nutracêutico tiveram um aumento global significativo na elasticidade da pele quando comparados aos do placebo. Essa análise foi feita por histologia de biópsias da pele, revelando mudanças positivas na arquitetura cutânea, com redução de danos solares e melhora na organização das fibras de colágeno.

Suplementação de colágeno na saúde das unhas

Em relação às unhas, diversos trabalhos demonstram a eficácia da suplementação de colágeno, principalmente, na Síndrome das Unhas Frágeis, beneficiando o crescimento da unha e propiciando o seu fortalecimento. Hexsel et al. (2017) conduziram um estudo com participação de 25 pessoas, que receberam 2,5g de peptídeos de colágeno (Verisol®) por dia, durante 24 semanas, com pausa de 4 semanas. Houve aumento da taxa de crescimento das unhas e diminuição na frequência das unhas quebradas, após a suplementação, que perdurou mesmo após o final do estudo.

A inclusão de nutracêuticos na rotina de suplementação é eficaz quando se pensa na beleza conforme o conceito da nutrição IN&OUT. A Naiak conta com dois suplementos de colágeno hidrolisado formulados com nutrientes importantes para a saúde da pele, das unhas e dos cabelos em formas de apresentação diferentes: Colágeno Hidrolisado em cápsulas e Colágeno Hidrolisado em pó. Além disso, ela conta com V8M2C, um nutracêutico completo, formulado com peptídeos de colágeno Verisol®, oito vitaminas e dois minerais. Prescrição efetiva e de qualidade é com #Naiak!

 

Referências

BARATI, M. et al. Collagen supplementation for skin health: A mechanistic systematic review. Journal of Cosmetic Dermatology, 2020. GKOGKOLOU, P.; BÖHM, M. Advanced Glycation End Products: Key Players in Skin Aging? Dermatoendocrinology, v. 4, n. 3, p. 259-270, 2012. NGUYEN, H. P.; KATTA, R. Sugar Sag: Glycation and the Role of Diet in Aging Skin. Skin Therapy Letter, v. 20, n. 6, p. 1-5, 2015. SIMAS, L.A.W.; WOLPE, R.E. Manual de Atendimento em Nutrição Estética. Curitiba, 2016. KIM, D.-U. et al. Oral Intake of Low-Molecular-Weight Collagen Peptide Improves Hydration, Elasticity, and Wrinkling in Human Skin: A Randomized, Double-Blind, Placebo-Controlled Study. Nutrients, v.10, n. 7, p. 826, 2018. CZAJKA, A. et al. Daily oral supplementation with collagen peptides combined with vitamins and other bioactive compounds improves skin elasticity and has a beneficial effect on joint and general wellbeing. Nutr Res., v. 57, p. 97-108, sep. 2018. VOLLMER, D.; WEST, V.; LEPHART, E. Enhancing Skin Health: By Oral Administration of Natural Compounds and Minerals with Implications to the Dermal Microbiome. International Journal of Molecular Sciences, v. 19, n. 10, p.3059-3094, 2018. HEXSEL, D. et al. Oral Supplementation With Specific Bioactive Collagen Peptides Improves Nail Growth and Reduces Symptoms of Brittle Nails. Journal of Cosmetic Dermatology, v. 16, n. 4, p. 520-526, 2017.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *