Vitamina D

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel responsável por diversas funções no organismo como a manutenção da homeostase do sistema imune, regulação do metabolismo da glicose, aumento da absorção do cálcio e do fósforo no intestino, fortalecimento de ossos e dentes, melhora da atividade muscular como um todo, melhora da saúde cardiovascular e prevenção do envelhecimento precoce.
Existem 3 fontes de vitamina D, a síntese por exposição ao sol, a alimentação e a suplementação alimentar. Com a urbanização e a diminuição da exposição solar, além dos maus hábitos e origens alimentares, a suplementação tem se mostrado uma forma segura de manutenção dos níveis ideais de vitamina D no sangue.

Pensando nisso a Naiak traz em sua linha duas versões de Vitamina D3 que são a Vitamina D3 2000 UI convencional e a Vitamina D3 2000 UI Vegana, ambas apresentam as mesmas propriedades, benefícios e concentrações.

Própolis Verde

Esta época do ano é marcada pelo aumento da prevalência de infecções respiratórias, principalmente devido às alterações de temperatura, à baixa umidade do ar e também aos ambientes menos ventilados, propiciando a proliferação de vírus e bactérias. Assim, usar suplementos para turbinar a imunidade, como a própolis verde, além de uma alimentação equilibrada, propicia melhor saúde e qualidade de vida!

A palavra própolis é derivada do grego pro-, em defesa, e polis-, cidade ou comunidade, isto é, em defesa da comunidade. Ela é uma substância resinosa coletada pelas abelhas nas plantas, sendo utilizada na colmeia para autoproteção contra agressores externos que possam causar algum dano. Existem vários tipos de própolis, variando de acordo com as espécies de vegetação das quais são coletadas.

A própolis verde é coletada do alecrim-do-campo, uma espécie vegetal típica de Minas Gerais, sendo atribuída a diversos benefícios à saúde, principalmente para o sistema imunológico devido à presença exclusiva de dois principais compostos fenólicos: bacarina e artepelina C. Em 2000, Sforcin et al. conduziram uma extensa revisão bibliográfica em que diversos estudos demonstraram a atividade da própolis no sistema imunológico, com ativação de macrófagos, aumento da atividade lítica contra células tumorais e estímulo de anticorpos.

Al-Hariri (2019) também conduziu uma revisão sistemática em que reúne diversos estudos que demonstram a ação imunomoduladora do extrato de própolis verde, podendo ser um potencial tratamento complementar e alternativo no controle de infecções ou outras patologias, promovendo maior eficácia do sistema imunológico.

Por sua vez, Mariano e Hori (2019) demonstram em sua revisão que a própolis ainda desempenha atividade bactericida, principalmente em relação a bactérias Gram-positivas, sendo que alguns estudos apontados pelos autores elegem esse composto das abelhas como alternativa viável para ser utilizada em casos de resistência bacteriana a alguns antibióticos. Outros estudos relatam que ela também pode ter efeito antiviral, sobretudo, em relação ao vírus da herpes simples.

Diante desses estudos a respeito desta substância, seu consumo regular pode promover benefícios integrados para a saúde, portanto, é altamente indicada como aliada no fortalecimento fisiológico.

Referências

ENDO, S. et al. Autophagy inhibition enhances anticancer efficacy of artepillin C, a cinnamic acid derivative in Brazilian green propolis. Biochemical and Biophysical Research Communication, v.497, n. 1, p. 437-443, 2018.

SFORCIN, J.M. et al. Seasonal effect on Brazilian propolis antibacterial activity. Journal of Ethnopharmacology, v. 73, p. 243-249, 2000.

AL-HARIRI, M. Immune’s-boosting agent: Immunomodulation potentials of propolis. Journal of Family and Community Medicine, v. 26, n. 1, p. 57-60, 2019.

MARIANO, M.M.; HORI, J.I. O potencial terapêutico da própolis verde brasileira. e-Revista Facitec, v. 10, n. 1, 2019.

PASUPULETI, V.R. et al. Honey, Propolis, and Royal Jelly: A Comprehensive Review of Their Biological Actions and Health Benefits. Oxidative Medicine and Cellular Longevity, 2017.

Suplementação de ômega-3 na gestação e lactação

A gestação e, posteriormente, a lactação são momentos extremamente especiais na vida de uma mulher, principalmente, pela grande carga de mudanças fisiológicas no corpo. Em relação aos nutrientes, a demanda destes aumenta e, por isso, a adequação da alimentação associada à suplementação se faz necessária. Um dos nutrientes mais estudados e orientados para as gestantes e lactantes é o ômega-3, principalmente, na forma de DHA.

O DHA é fundamental para o desenvolvimento cerebral e visual do recém-nascido, uma vez que essa gordura é componente estrutural dos fosfolipídios das membranas celulares. Principalmente no último trimestre da gestação e após os 18 meses do nascimento, o DHA será depositado no córtex cerebral e na retina. Nessa fase, o desenvolvimento neuronal é vulnerável às deficiências nutricionais da mãe. Além disso, diversos outros benefícios estão associados com a suplementação com ômega-3 nesse período, como se pode verificar nos estudos a seguir.

Um estudo conduzido por Vinding et al. (2018) avaliou a suplementação com óleo de peixe em mulheres grávidas e os efeitos até o 6° ano de vida das crianças. Nos resultados desse ensaio duplo-cego, randomizado e controlado, as crianças das mães suplementadas com ômega-3 tinham maior Índice de Massa Corporal (IMC), uma maior razão peso/comprimento, porém com maior proporção de massa magra e menores níveis de crianças obesas, assim, mostrando benefícios do ômega-3 em estimular o crescimento como um todo.

Bisgaard et al. (2016) realizaram uma intervenção com óleo de peixe no terceiro trimestre de gestantes que poderiam perpetuar sibilância recorrente e asma para seus filhos. Nesse estudo duplo-cego e randomizado, as crianças foram acompanhadas até os três anos, sendo que aquelas que eram filhas de mães suplementadas com ômega-3 tiveram redução do risco de sibilância, asmas e até de desenvolver infecções do trato respiratório.

Por sua vez, Middleton et al. (2018) conduziram uma extensa revisão em que avaliaram os possíveis benefícios que a suplementação com ômega-3 na gestação poderia implicar. Como conclusão, as gestantes que recebiam a intervenção, principalmente com DHA, tinham menores prevalências de partos pré-termos e bebês com baixo peso ao nascer.

A Naiak traz em sua linha de ômegas o mais recente lançamento: o Ômega-3 Super DHA, com maior concentração de ômega-3 por cápsula: 500mg de DHA e 200mg de EPA! Contém o selo IFOS, que atesta pureza e qualidade do óleo de peixe!

 

REFERÊNCIAS

 

MARQUES, N. et al. Nutrição Funcional da Fertilidade à Gestação. São Paulo: Valéria Pascoal, 2018.

LAURITZEN, L. et al. DHA Effects in Brain Development and Function. Nutrients, v.8, n.1, p.6, 2016.

VINDING, R.K. et al. Effect of fish oil supplementation in pregnancy on bone, lean, and fat mass at six years: randomised clinical trial. BMJ, v. 362, p.k3312, 2018.

BISGAARD, H. et al. Fish Oil–Derived Fatty Acids in Pregnancy and Wheeze and Asthma in Offspring. The New England Journal of Medicine, v.375, p.2530-2539, 2016.

MIDDLETON, P. et al. Omega-3 fatty acid addition during pregnancy (Review). The Cochrane Database of Systematic Reviews, v.11, n.11, 2018.

Ômega 3

Benefícios do ômega-3 na Síndrome de Ovários Policísticos (SOP)

SOP é a sigla para a Síndrome dos Ovários Policísticos, uma condição que atinge cerca de 4 a 8% das mulheres em idade reprodutiva. Alguns autores acreditam que existam determinados fatores de risco para o desenvolvimento da SOP, como a genética, a presença de obesidade, a epilepsia, a diabetes, o elevado peso ao nascer, a puberdade precoce, entre outros.

As principais características da SOP são hiperandrogenismo (excesso de testosterona circulante), anovulação, ciclo menstrual ausente ou irregular, hirsutismo, acne, alopecia, seborreia, infertilidade e, na maioria dos casos, resistência à insulina e sobrepeso/obesidade. Além disso, algumas mulheres apresentam dislipidemia, com aumento de triglicerídeos e redução de HDL-c.

Devido à sua prevalência cada vez maior e aos riscos que pode ocasionar a médio e longo prazo, diversos pesquisadores estudam estratégias para reduzir os sintomas e melhorar os parâmetros da SOP. Uma das mais estudadas é a suplementação com o ômega-3, uma gordura poli-insaturada com ação anti-inflamatória.

Silva et al. (2019) realizaram uma revisão sistemática em que avaliavam o efeito da suplementação de ômega-3 na resistência à insulina em mulheres com SOP, com idade entre 18 a 45 anos, com Índice de Massa Corporal (IMC) classificado entre sobrepeso e obesidade. A conclusão do trabalho revelou que o grupo de mulheres suplementando com o ômega-3 teve melhora do índice HOMA-IR.

Já Forouhi et al. (2015) conduziram uma meta-análise em que avaliaram os benefícios do ômega-3 em mulheres com SOP. No grupo suplementado, houve redução das concentrações de testosterona. Outro estudo, por sua vez, realizado por Khani et al. (2017), demonstrou que mulheres que receberam a suplementação de 2g de óleo de peixe (180mg de EPA e 120mg de DHA) tiveram a redução da circunferência de cintura, o aumento do HDL-c e a redução do colesterol total, do LDL-c e dos triglicerídeos.

Por fim, destaca-se uma meta-análise e revisão sistemática elaborada por Yang et al. (2018) avaliando a eficácia da suplementação de ômega-3 na SOP. O grupo de mulheres que recebeu a intervenção teve melhora dos níveis de insulina, colesterol total, LDL-c e triglicerídeos, além de aumento dos níveis de adiponectina.

A Naiak traz em sua linha de produtos o Ômega-3 Supra, com maior concentração de ômega-3 por cápsula: 330mg de EPA e 220mg de DHA, além de conter selo IFOS, assim, garantindo pureza e qualidade do óleo de peixe! 

 

REFERÊNCIAS

SIRMANS, S.M. et al. Epidemiology, diagnosis, and management of polycystic ovary syndrome. Clinical Epidemiology, v.6, n.1, 2014.
SILVA, A. R de A. et al. Efeitos da suplementação de ômega 3 na resistência à insulina em mulheres com síndrome do ovário policístico: revisão sistemática. HU Revista, v. 45, n. 2, p. 195-202, 2019.
FOROUHI, N.; SHAB-BIDAR, S.; DJAFARIAN, K. Effect of omega-3 fatty acids supplementation on testosterone levels in women with polycystic ovary syndrome: Meta-analysis of randomized controlled trials. Journal of Nutritional Science and Dietetics, v. 1, n.3, 2015.
KHANI, B.; MARDANIAN, FFESHARAKI, S.J. Omega-3 supplementation effects on polycystic ovary syndrome symptoms and metabolic syndrome. Journal of Research in Medical Sciences, v. 22, n.64, 2017.
YANG, K. et al. Effectiveness of Omega-3 fatty acid for polycystic ovary syndrome: a systematic review and meta-analysis. Reproductive Biology and Endocrinology, v. 16, n. 1, p. 17, 20

Benefícios do ômega-3 na Síndrome de Ovários Policísticos (SOP)

SOP é a sigla para a Síndrome dos Ovários Policísticos, uma condição que atinge cerca de 4 a 8% das mulheres em idade reprodutiva. Alguns autores acreditam que existam determinados fatores de risco para o desenvolvimento da SOP, como a genética, a presença de obesidade, a epilepsia, a diabetes, o elevado peso ao nascer, a puberdade precoce, entre outros.

As principais características da SOP são hiperandrogenismo (excesso de testosterona circulante), anovulação, ciclo menstrual ausente ou irregular, hirsutismo, acne, alopecia, seborreia, infertilidade e, na maioria dos casos, resistência à insulina e sobrepeso/obesidade. Além disso, algumas mulheres apresentam dislipidemia, com aumento de triglicerídeos e redução de HDL-c.

Devido à sua prevalência cada vez maior e aos riscos que pode ocasionar a médio e longo prazo, diversos pesquisadores estudam estratégias para reduzir os sintomas e melhorar os parâmetros da SOP. Uma das mais estudadas é a suplementação com o ômega-3, uma gordura poli-insaturada com ação anti-inflamatória.

Silva et al. (2019) realizaram uma revisão sistemática em que avaliavam o efeito da suplementação de ômega-3 na resistência à insulina em mulheres com SOP, com idade entre 18 a 45 anos, com Índice de Massa Corporal (IMC) classificado entre sobrepeso e obesidade. A conclusão do trabalho revelou que o grupo de mulheres suplementando com o ômega-3 teve melhora do índice HOMA-IR.

Já Forouhi et al. (2015) conduziram uma meta-análise em que avaliaram os benefícios do ômega-3 em mulheres com SOP. No grupo suplementado, houve redução das concentrações de testosterona. Outro estudo, por sua vez, realizado por Khani et al. (2017), demonstrou que mulheres que receberam a suplementação de 2g de óleo de peixe (180mg de EPA e 120mg de DHA) tiveram a redução da circunferência de cintura, o aumento do HDL-c e a redução do colesterol total, do LDL-c e dos triglicerídeos.

Por fim, destaca-se uma meta-análise e revisão sistemática elaborada por Yang et al. (2018) avaliando a eficácia da suplementação de ômega-3 na SOP. O grupo de mulheres que recebeu a intervenção teve melhora dos níveis de insulina, colesterol total, LDL-c e triglicerídeos, além de aumento dos níveis de adiponectina.

A Naiak traz em sua linha de produtos o Ômega-3 Supra, com maior concentração de ômega-3 por cápsula: 330mg de EPA e 220mg de DHA, além de conter selo IFOS, assim, garantindo pureza e qualidade do óleo de peixe! 

 

REFERÊNCIAS

SIRMANS, S.M. et al. Epidemiology, diagnosis, and management of polycystic ovary syndrome. Clinical Epidemiology, v.6, n.1, 2014.
SILVA, A. R de A. et al. Efeitos da suplementação de ômega 3 na resistência à insulina em mulheres com síndrome do ovário policístico: revisão sistemática. HU Revista, v. 45, n. 2, p. 195-202, 2019.
FOROUHI, N.; SHAB-BIDAR, S.; DJAFARIAN, K. Effect of omega-3 fatty acids supplementation on testosterone levels in women with polycystic ovary syndrome: Meta-analysis of randomized controlled trials. Journal of Nutritional Science and Dietetics, v. 1, n.3, 2015.
KHANI, B.; MARDANIAN, FFESHARAKI, S.J. Omega-3 supplementation effects on polycystic ovary syndrome symptoms and metabolic syndrome. Journal of Research in Medical Sciences, v. 22, n.64, 2017.
YANG, K. et al. Effectiveness of Omega-3 fatty acid for polycystic ovary syndrome: a systematic review and meta-analysis. Reproductive Biology and Endocrinology, v. 16, n. 1, p. 17, 20

Camomila e seus benefícios!

Os cosméticos naturais, que utilizam ingredientes provenientes da natureza, estão tendo uma procura cada vez maior. As plantas são largamente utilizadas nas formulações de cosméticos, principalmente, devido aos seus benefícios para a saúde, textura e integridade da pele, dos cabelos e das unhas. Uma das ervas utilizadas em grande quantidade e há muito tempo (desde a Idade Antiga) é a Chamomilla recutita (Matricaria chamomilla), o nome científico dado à camomila, da qual são usadas suas flores secas em chás, óleos e extratos.

Ela contém uma larga quantidade de compostos bioativos, como sesquiterpenos, flavonoides, cumarinas e poliacetilenos, que são associados a diversas ações. Segundo uma revisão sistemática conduzida por Miraj e Alesaieidi (2016), a camomila tem efeito anti-inflamatório, carminativo, bactericida e propriedades calmantes e ansiolíticas, sendo principalmente utilizada no tratamento da síndrome do intestino irritável, da insônia e das dores gástricas e intestinais.

Outra ação atribuída à camomila, extremamente útil para marcas de cosméticos naturais, é o clareamento de fios capilares. Isso acontece em razão da presença de um princípio ativo chamado apigenina, presente nessa erva. Esse composto flavonoide, de cor amarela, tem capacidade de se complexar com minerais, como cálcio e alumínio. Quando esses complexos são formados, eles têm capacidade de se ligar à queratina, uma proteína que dá estrutura ao fio capilar, não penetrando no núcleo, apenas, revestindo a sua estrutura. Assim, ao incidir a luz solar sobre os fios de cabelo, há um aumento dos reflexos luminosos, pela presença desses complexos, que irão dar a cor amarelada aos fios.

Chamomile Blonde é um spray iluminador da Naiak que é a cara do verão! Foi elaborado a partir do extrato de camomila, propiciando efeito clareador gradual dos fios capilares, ideal para ser usado nos dias ensolarados da estação. Além disso, contém pantenol, um composto com ação hidratante para deixar o cabelo mais macio e sedoso. Um produto 100% natural, livre de parabenos, sulfatos, silicone e amônia, além de ser cruelty free.

 

REFERÊNCIAS

STALLINGS, A.F., LUPO, M.P. Practical Uses of Botanicals in Skin Care. The Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology, v.2, n. 1, p. 36-40, 2009.

SINGH, O. et al. Chamomile (Matricaria chamomilla L.): An overview. Pharmacognosy Reviews, v. 5, v. 9, p. 82, 2001. doi:10.4103/0973-7847.79103.

MIRAJ, S.; ALESAEIDI, S. A Systematic Review Study of Therapeutic Effects of Matricaria Recuitta Chamomile (Chamomile). Electronic Physician, v.8, n.9, p. 3024-3031, 2016.

HERBARIUM. Introdução à Fitoterapia: Utilizando Adequadamente as Plantas Medicinais. 2.ed. Colombo: Herbarium. 2011.

Gengibre: a especiaria com múltiplos benefícios!

Zingiber officinale Roscoe é o nome científico do rizoma gengibre, originário da Ásia, sendo uma especiaria muito utilizada na culinária e também na fitoterapia graças aos seus diversos benefícios para a saúde. É encontrado na forma fresca ou em pó, fornecendo os ativos responsáveis pelos seus múltiplos efeitos no corpo. Muito versátil, pode ser usado em preparações como chá, temperos, sucos ou ser manipulado como cápsulas.

Dentre seus compostos, encontramos óleos voláteis, gingerol, shogaol e zingerone. O gingerol é o que mais se destaca e sobre o qual encontramos a maior quantidade de artigos científicos. Essas biomoléculas são estudadas como fatores que podem ter efeitos em mecanismos moleculares específicos, associados com a fisiopatologia de diversas doenças: cardiovasculares, diabetes, obesidade, síndrome metabólica e câncer. Isso porque uma de suas principais características é agir na redução da inflamação e da formação de radicais livres.

Quando chega o verão, a preocupação das pessoas com o gerenciamento de peso e a redução do aspecto indesejado da celulite aumenta. Assim, estratégias, na prática clínica, para ajudar os pacientes a atingirem esses objetivos são necessárias. E incluir o gengibre é uma excelente estratégia! Segundo Mao  et al. (2019), o gengibre desidratado possui o maior poder antioxidante devido à maior concentração dos compostos fenólicos. Além de essas próprias biomoléculas agirem diretamente inibindo radicais livres, elas também atuam ativando a via do Nrf2, que é um fator de transcrição que induz a síntese de enzimas antioxidantes. Já em relação à sua atividade anti-inflamatória, é possível observar uma inibição do fator de transcrição NFkB, da Akt e da PI3K, assim, reduzindo a síntese de citocinas pró-inflamatórias.

Um estudo duplo-cego, randomizado (2016) e realizado com mulheres obesas mostrou que aquelas suplementadas com gengibre tiveram redução do Índice de Massa Corporal (IMC), insulina sérica e HOMA-IR. Em outro estudo (2017), conduzido com indivíduos que apresentavam esteatose hepática e foram suplementados com essa especiaria, os autores observaram também redução do IMC. Os efeitos na obesidade, além de atuar na inflamação, estão relacionados com o aumento da termogênese e da lipólise, assim, reduzindo a lipogênese.

O gengibre, ainda, pode ser um coadjuvante do tratamento da celulite por contribuir com a melhora do quadro inflamatório, inserido na forma de chás ou nas preparações.

A Naiak inova mais uma vez com um produto para agregar saúde: Gengibre em pó orgânico, 100% livre de corantes e conservantes. Excelente para usar em receitas doces e salgadas, bebidas e chás.

 

REFERÊNCIAS 

Ebrahimzadeh, A.V., A. Ostadrahimi, J.M. Asghari, et al. Changes of serum adipocytokines and body weight following Zingiber officinale supplementation in obese women: a RCT. Eur. J. Nutr. 2016;55:2129–2136.

Wang J., Ke W., Bao R., Hu X., Chen F. Beneficial effects of ginger Zingiber officinale Roscoe on obesity and metabolic syndrome: a review. Ann N Y Acad Sci. 2017;1398(1):83-98.

Li H, Liu Y, Luo D, Ma Y, Zhang J, Li M, et al. Ginger for health care: an overview of systematic reviews. 2019; 45:114-123.

Mao, Q.Q.; Xu, X.Y.; Cao, S.Y.; Gan, R.Y.; Corke, H.; Beta, T.; Li, H.B. Bioactive compounds and bioactivities of ginger (zingiber officinale roscoe). Foods 2019;8:185.

Attari, V.E.; Mahdavi, A.M.; Javadivala, Z.; Mahluji, S.; Vahed, S.Z.; Ostadrahimi, A. A systematic review of the anti-obesity and weight lowering effect of ginger (Zingiber officinale Roscoe) and its mechanisms of action.

Phytother. Res. 2017.

Konstantinidi, M.; Koutelidakis, A.E. Functional foods and bioactive compounds: A review of its possible role on weight management and obesity’s metabolic consequences. Medicines 2019;6:94.

Atamoros, F.M.P . et al. Evidence-based treatment for gynoid lipodystrophy: A review of the recent literature. J Cosmet Dermatol. 2018 Dec;17(6):977-983.

Café: uma paixão nacional

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil conta com o maior número de pessoas com ansiedade no mundo: cerca de 18,6 milhões de habitantes. Somado a isso, nosso país ocupa a segunda posição mundial de países com maior nível de estresse, conforme aponta a pesquisa do International Stress Management Association. E uma das consequências desse quadro é o declínio da concentração e excesso de fadiga mental e física, prejudicando as atividades do dia a dia e o trabalho.

Dessa forma, as estratégias para auxiliar as pessoas a obterem mais energia são fundamentais, principalmente para quem está em período de pré-vestibular, fechamento de final de ano ou que simplesmente precisa de um estímulo para a realizar as tarefas do cotidiano. E é nesse momento que as pessoas acabam recorrendo ao cafezinho!

O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo, sendo que o Brasil ocupa a segunda posição no ranking mundial de consumo. Ele é originário da Etiópia e foi introduzido em nosso país em 1727, tendo papel fundamental no desenvolvimento econômico brasileiro. Os principais tipos plantados no Brasil são o Arábica e o Robusta, sendo o primeiro de sabor mais agradável. O grão torrado possui mais de mil compostos bioativos, entre eles, cafeína, ácido clorogênico, diterpenos, cafestol e kahweol.

A cafeína é a substância responsável pelos efeitos estimulantes do café. Isso porque ela irá atuar nos receptores de adenosina, um neurotransmissor responsável pela sensação de sono e cansaço: a cafeína se liga aos receptores dessa substância e impede sua ação. Dessa forma, reduz a fadiga, melhorando também o foco e a concentração. E, realmente, não há nada melhor do que uma xícara de café no meio da tarde para dar um estímulo nas atividades.

Mas o que os estudos científicos nos indicam é que os efeitos benéficos do café vão além da melhora da energia: também lhe são atribuídas ações antioxidante e anti-inflamatória pela presença de diversas substâncias que compõem o grão. O consumo de 2 a 4 xícaras de 50 ml por dia parecem ter correlação com a proteção contra o desenvolvimento do Diabetes mellitus tipo 2, Doença de Alzheimer, Mal de Parkinson, Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica e o aparecimento de alguns tipos de câncer, como o hepático.

A Naiak apresenta em sua linha de produtos o Boost Up Coffee, uma bebida à base de café, leite de coco, cacau e especiarias como canela e noz-moscada e que é perfeita para quem deseja obter todos os benefícios encontrados nesse grão tão rico, de forma prática no seu dia a dia, além de consumir o café de uma forma diferente e saborosa!

 

REFERÊNCIAS

 

POOLE, R. et al. Coffee consumption and health: umbrella review of meta-analyses of multiple health outcomes. BMJ (Clinical research ed.), v. 359, p. j5024, 2017.

CORNELIS, M.C. The Impact of Caffeine and Coffee on Human Health. Nutrients, v. 11, n. 2, p.416, 2019.

BUTT, M.S.; SULTAN, M.T. Coffee and its consumption: benefits and risks. Crit Rev Food Sci Nutr., v. 51, n. 4, p. 363-73, 2011.

MEJIA, E.G.; RAMIREZ-MARES, M.V. Impact of caffeine and coffee on our health. Trends Endocrinol Metab., v. 25, n. 10, p. 489-92, 2014.

Levedura nutricional com especiarias: eficácia na substituição do sal!

Uma pesquisa da Vigitel – Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (2013) –, em associação com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relatou que cerca da metade dos brasileiros avalia seu consumo de sal como “médio”. Essa percepção é considerada equivocada, uma vez que o consumo médio no país é de 12 gramas por dia, um valor considerado maior do que o dobro do recomendado.

Diante desse cenário, as estratégias para diminuir o consumo de sal crescem progressivamente ao mesmo tempo que o mercado cria opções de temperos mais saudáveis e sustentáveis. Um item que está se tornando comum na rotina de pessoas que priorizam a qualidade nutricional no preparo de alimentos é a levedura nutricional.

Conhecida como nutritional yeast, a levedura é um suplemento elaborado a partir do fungo Saccharomyces cerevisiae, que tem como propriedades as mudanças no sabor de alimentos e oferta de uma alta densidade de nutrientes. Além da contribuição em alimentos fermentados, suas atividades antagônicas relacionadas às bactérias indesejáveis ​​e aos fungos são amplamente conhecidas. Dentre elas, pode-se destacar a capacidade em promover acidificação do ambiente de crescimento e liberação de compostos antimicrobianos para modular a microbiota intestinal. Seu consumo frequente também garante uma boa reposição de vitaminas do complexo B e minerais.

Levedura nutricional com especiarias naturais!

A combinação de nutritional yeast com especiarias naturais é uma forma promissora de temperar as preparações culinárias, dessa forma, agregando sabor diferenciado e qualidade de nutrientes e compostos bioativos. Cúrcuma, pimenta-do-reino, gengibre, páprica doce e pimenta-caiena são algumas das opções que contribuem para os benefícios à saúde e tornam as receitas mais saborosas.

A cúrcuma é um tempero cada vez mais estudado, na literatura, por conta dos seus efeitos para diversas funções do corpo que merecem atenção. Como um potente anti-inflamatório natural, ela ajuda na modulação de patologias caracterizadas por processos inflamatórios, como doenças articulares e cardiovasculares, além de exercer um papel eficiente como anticancerígeno. Apesar de sua alta eficácia, a biodisponibilidade da curcumina, seu principal fitoativo, é baixa e pouco absorvida pelo organismo. Por isso, associá-la com a pimenta-preta é uma forma de aumentar sua absorção.

A Naiak inovou e uniu duas linhas diferenciadas em um produto ideal para a rotina gastronômica, e outro combinando ingredientes naturais para resultar em um sabor exclusivo: Nutritional Yeast Cúrcuma Hot Mix. A levedura nutricional combinada com as especiarias naturais – cúrcuma, pimenta-do-reino, gengibre, páprica doce e pimenta-caiena; e Nutritrional Yeast Veggie, resultado da mistura de vegetais naturais desidratados, como cebola, tomate, pimentão verde, pimentão vermelho, alho, salsa e cebolinha, junto à levedura.

 

REFERÊNCIAS

XU, L. et al. Yeast Probiotics Shape the Gut Microbiome and Improve the Health of Early-Weaned Piglets. Front Microbiol., v. 9, 2018.

HATOUM, R. et al. Antimicrobial and probiotic properties of yeasts: from fundamental to novel applications. Front Microbiol., v. 3, n. 421, 2012.

RAHMANI, A. et al. Role of Curcumin in Disease Prevention and Treatment. Adv Biomed Res., v. 7, n. 38, 2018.

Colágeno hidrolisado e as evidências atuais de sua eficácia!

A utilização de nutracêuticos para melhorar a beleza corporal tem ganhado espaço cada vez maior na rotina das pessoas, acompanhada da preocupação com a saúde. Um suplemento escolhido frequentemente é o colágeno, uma proteína estrutural que atua em diferentes tecidos como pele, cabelos, unhas e articulações. Os efeitos de sua suplementação são investigados pela literatura científica atual, trazendo resultados significativos na saúde e estética.

Colágeno e pele

A inclusão de colágeno hidrolisado na complementação alimentar é ideal para minimizar os efeitos prejudiciais do fotoenvelhecimento da pele. Uma recente revisão literária feita por Choi et al. (2019) analisou os ensaios controlados feitos com a suplementação de colágeno para o tratamento antienvelhecimento da pele. A administração dessa proteína, via oral, pode favorecer a proteção e os reparos das fibras endógenas de colágeno e elastina e melhorar a capacidade de retenção de umidade, reduzindo o ressecamento cutâneo. Os resultados de 11 estudos foram promissores para apontar a eficiência e segurança do uso de colágeno para aumentar a hidratação, elasticidade e densidade da proteína dérmica.

Colágeno e articulações

O envelhecimento é um processo que leva à diminuição da síntese e mudanças no arranjo de proteoglicanos e colágeno na cartilagem e nas articulações. Um ensaio clínico duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, conduzido por Czajka et al. (2018), investigou os efeitos da suplementação de colágeno em 120 indivíduos que consumiram o produto testado ou placebo diariamente, por 90 dias.

O consumo do produto com colágeno do teste reduziu a dor nas articulações em 43% e melhorou a mobilidade articular em 39%. Os autores sugeriram que a suplementação oral com peptídeos bioativos de colágeno, combinados com vitaminas e minerais, é uma boa estratégia para tratamento de doenças que acometem as articulações a fim de reduzir o desgaste e a inflamação local.

O mercado de nutracêuticos inova constantemente a oferta de produtos para a rotina individual de cada consumidor. A Naiak conta com dois suplementos de colágeno hidrolisado em formas de apresentação diferentes: Colágeno Hidrolisado em cápsulas e Colágeno Hidrolisado em pó.

REFERÊNCIAS

CHOI, F. et al. Oral Collagen Supplementation: A Systematic Review of Dermatological Applications. J Drugs Dermatol., v. 18, n. 1, p. 9-16, jan. 2019.

CZAJKA, A. et al. Daily oral supplementation with collagen peptides combined with vitamins and other bioactive compounds improves skin elasticity and has a beneficial effect on joint and general wellbeing. Nutr Res., v. 57, p. 97-108, sep. 2018.

POEFÍRIO, E.; FANARO, G. Suplementação com colágeno como terapia complementar na prevenção e tratamento de osteoporose e osteoartrite: uma revisão sistemática. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro, v. 19, n. 1, p. 153-164, 2016.